terça-feira, 16 de junho de 2015

Violência infantil no Brasil

Violência infantil no Brasil





O primeiro movimento contra a violência sexual em criança e adolescentes teve inicio referente ao escandaloso e cruel caso de violência sexual ocorrido aqui no Brasil no dia 18 de maio de 1973 com uma menina de 8 anos de idade que se chamava Araceli Cabrera Crespo. Nesta data a menina havia desaparecido da escola onde estudava, no qual, foi estuprada e assassinada a dentadas pelos filos da elite de Vitória (ES), Dante Michelini Jr. e Paulo Helal, seu corpo foi encontrado em um terreno baldio, queimado e totalmente desfigurado com algum tipo de ácido, justamente para dificultar a sua identificação. Então assim, no dia 12 de julho de 2000 foi aprovado pelo conselho nacional dos direitos da criança e do adolescente o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, constituída na lei federal nº. 9.970/2000.
O plano nacional de enfrentamento à violência sexual em crianças e adolescentes foi elaborado durante o encontro nacional ocorrido em Natal (RN). Graças ao plano, foi consolidado todos os processos que definem os consensos e trabalhos entre diferentes setores, gerando assim, as diretrizes gerais que padronizam uma politica pública de enfrentamento contra a violência sexual com os jovens do Brasil.
A constituição de municipalização foram ampliadas a grande competência e as responsabilidades dos municípios e da comunidade, por meio do planejamento e manutenção dos serviços básicos da saúde, educação e assistência social.
Vejamos então, que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece claramente que é responsabilidade do município, em parceria com a sociedade civil e as demais ONGS, a coordenação e a execução das politicas e dos programas voltados a infância e adolescentes. Tornando assim, as crianças e adolescentes praticamente como um desafio para a comunidade em geral.

 Com isso o governo junto da sociedade participam por meio de intermédio do conselho de direitos que é um órgão controlador das ações em todos os níveis, onde ocorre a configuração a partir de uma regulamentação do fundo municipal, uma elaboração do diagnostico da situação local, a formulação da politica local e plano de ação, a discussão da proposta orçamentaria e definição do plano de aplicação os recursos e também no controle social que abrange o movimento da execução da politica e avalição dos resultados.
O Estatuto da Criança e do Adolescente propõe baseado na “politica de atendimento (art. 86 a 97 do ECA)” as linhas de ações para a politica de atendimento que se realizam em quatro níveis hierárquicos:
·                    Politicas sociais básicas: consideradas direitos de todos e dever do estado, são os benefícios ou serviços de prestação publica, como saúde, educação, cultura, esporte, lazer, profissionalização.
·                    Politica de assistência social: voltada as pessoas que dela necessitam que se encontrem em estado permanente ou temporário, como complementação alimentar, abrigo provisório ou auxilio material.
·                    Política de proteção especial: dirigida a pessoas e grupos que se encontram em circunstancias especialmente difíceis. Em situação de risco social, e pessoal. Por exemplo, criança vitima de abandono, de negligencia, de maus tratos; crianças e adolescentes vitimas do trabalho explorador, adolescentes em conflito com lei em função de ato infracional.


referencias:


Capacitação de redes sociais- caderno de textos- UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL (UFMS)- PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS (PREAE)- PROGRAMA ESCOLA DE CONSELHOS


http://www.issoebizarro.com -Caso Araceli: Um crime que chocou o Brasil- Postado por cudocamelo em maio 18, 2013

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